14 de set de 2010

HAARP

O HAARP utiliza uma tecnologia de ondas de rádio super-potentes, concentradas num raio e aquecendo zonas da ionosfera, as ondas eletromagnéticas regressão então à superfície terrestre penetrando em tudo (seres vivos ou não).

Digamos que é um "aquecedor" ionosférico.


Podem modificar a composição molecular de certa região da atmosfera, dar-lhes uma predominância maior, por exemplo poderiam ampliar artificialmente as concentrações de ozônio, de nitrogênio e mais gases.

As emissões de alta freqüência do HAARP podem causar danos desconhecidos e gravíssimos na ionosfera, e no campo magnético terrestre.

Por meio dessas antenas Haarp ( 36 no total ) podem transmitir bilhões de watts de energia para a atmosfera, fazem ferver a ionosfera transformando-a numa "antena", e enviam reflexos de volta para a Terra. Enviam para o alto ondas ELF, de freqüência ultra baixa, mas elas regressam em ondsa longas, podem posteriormente enviar enormes quantidades de energia para onde queiram.

Em breve tencionam aumentar o número de antenas, chegando às 360.







Alteração do clima:


Em 1958, o principal consultor da Casa Branca para alterações do clima, Capitão Howard T. Orville, disse que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos estava estudando "formas de manipular as cargas da Terra e do céu, influenciando, assim, o clima "mediante a utilização de um raio eletrônico para ionizar ou desionizar a atmosfera sobre determinada área.





Influenciar o comportamento humano:

O Haarp pode inclusive influenciar o comportamento humano através de ondas de interferências magnéticas (Emi Electro magnetic interference), podem ainda desabilitar equipamentos de comunicação eletrônicos ( milhares por exemplo) utilizando pulsos eletromagnéticos (EMP: electro magnetic pulse) controlados.

Podem caudar terremotos usando freqüências de som que causem ressonâncias nas placas tectônicas.

Teoricamente é possível produzir terremotos ou pontos de ruptura por microondas, através da expansão das moléculas de água do interior das rochas.

O Projeto HAARP iniciou-se na década de 90, financiado pelo Pentágono, está sob coordenação da USAF ( United States Air Force) através da universidade do Alasca ( em Gakona ) ( http://www.haarp.alaska.edu/ ) e da USNAVY através do Naval Research Laboratory (http://server5550.itd.nrl.navy.mil/projects/haarp/index.html)

Para fins militares o Haarp teria várias aplicações, por exemplo inutilizar equipamentos eletrônicos do inimigo, detectar mísseis e aviões de baixo nível, detectar depósitos subterrâneos de armamento de um país inimigo ou armas nucleares, novo sistema de comunicações entre submarinos, etc.

Os EUA investiram dezenas de milhões de dólares para essa tecnologia de tomografia de penetração da terra, intensas radiações podem usar-se para observação da terra a km de profundidade ( para encontrar bases subterrâneas de armamento, etc). Acontece que essas freqüências elevadas perturbam as funções cerebrais humanas.

O próprio "Airpower journal" em 1996 disse que o exército americano está a desenvolver armas psicotronicas e eletrônicas, não letais, para afetar humanos.

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