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21 de fev. de 2014

Um alerta : Represa Billings

Você conhece a represa Billings?A represa Billings é um dos mais importantes reservatórios de água da região metropolitana de São Paulo. Foi idealizada em 1930 e 1940 pelo engenheiro Billings.
Inicialmente a represa tinha como objetivo armazenar água para a usina hidrelétrica Henry Borden, em Cubatão. 
Devido ao aumento da população aos arredores da represa, agora ela sofre com a maior parte poluída por esgotos domésticos, industriais e metais pesados. Apenas os braços Taquecetuba e Riacho Grande são utilizados para abastecimento de água potável pela Sabesp.


Tão grande, tão bonita ( de longe). E além de tudo, conta com algumas espécies de peixes. 







A realidade da Represa Billings hoje em dia.









Por isso criei uma Petição, não sei se dará resultados, não sei se terá mudanças. Mas estou fazendo a minha parte. Faça a sua também : Assine a Petição .


Lembre-se, não polua e não jogue lixo no lugar errado !
Até mais ver. 

13 de dez. de 2012

Minha teoria sobre 21/12/12

Olá a todos que acessam blog .Ultimamente todos tem falado que dia 21/12/12 , será o fim do mundo, ou o marco de uma nova era. Mas por que ? Apenas por serem números que seres humanos utilizaram para marcar data?  
Na minha opinião, nada de mais acontecera no dia 21 .... Pois tudo já está acontecendo agora !
Você não percebe o quanto o clima está estranho? Quente ao extremo, e em um piscar de olhos chove e fica frio, depois volta o calor. Quado eu era pequena , raramente se via isso.  
Esse ano,  muitas pessoas morreram devido as consequências ambientais . E sim, o nosso planeta está sendo destruído a cada dia mais, e se não for tomada uma atitude ele vai acabar, não no dia 21. Nem em nenhum outros dias que calendário de não sei onde disser, mas sim, no dia em que o planeta dizer chega. Não vou dizer que isso vai acontecer daqui 5 anos, porque não vai. Mas também não direi que ira acontecer daqui 100 anos.    
Então , simplesmente vamos acordar né gente! É o planeta que pede ajuda , e não sabemos quanto tempo ainda nos resta.

Infográfico revela números do desmatamento na Amazônia




Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 04/12/2012


O bioma já perdeu, em vegetação, uma área equivalente a de 490 cidades do tamanho de São Paulo, mas em 2012 atingiu sua menor taxa de desmatamento. É o que revela infográfico produzido pelo portal Exame.com, da Editora Abril, que mostra, em números, a evolução do desmatamento na Amazônia


Ao longo da história, a Amazônia tem sido bastante judiada: desde que começou a ser monitorado, em 1988, o bioma perdeu 745 mil km² de vegetação - área equivalente a 490 cidades do tamanho da capital paulista ou, ainda, a 90 milhões de campos de futebol -, sobretudo para a implantação de pastagens, atividade que, até 2008, representava 62,2% do desmatamento na região. 

Essas e muitas outras informações a respeito do assunto estão retratadas no infográfico A Evolução do Desmatamento na Amazônia, produzido pela equipe do portal Exame.com, da Editora Abril, e reproduzido abaixo. 



Poluição causa hipotireoidismo


Partículas químicas podem prejudicar o bom funcionamento da tireoide




Observando sintomas de moradores do Grande ABC, região paulista famosa pela concentração de indústrias, Maria Ângela Zaccarelli Marino, professora de Endocrinologia da Faculdade de Medicina do ABC, comprovou que a poluição deflagra um novo tipo de doença, a tireoidite química autoimune. "O contato com os poluentes é o gatilho para a produção de anticorpos que atacam a tireoide", explica Maria Ângela. 

Daí, a glândula passa a trabalhar em ritmo bem lento. É uma versão da síndrome de Hashimoto, problema mais comum em mulheres. Mas, como a tireoidite química é induzida por fatores ambientais, inclui também homens e crianças entre suas vítimas. A situação dos pequenos é mais grave, já que o hipotireoidismo afeta hormônios fundamentais para o aprendizado e o crescimento. 

PROBLEMA NO AR
Crescimento de áreas industriais aumenta problemas tireoidianos
 

1. Ameaça inalada Agentes químicos da poluição atmosférica são os maiores responsáveis pela produção dos anticorpos que atacam a tireoide. Casos assim cresceram no Grande ABC após a expansão industrial, na década de 1990. 

2. Reposição ajuda a viver bem 
A tireoidite não tem cura, mas pode ser controlada. No caso, é preciso apelar para hormônios sintéticos. O grande risco é abrir portas para outras doenças autoimunes, como artrite reumatoide, lúpus, vitiligo e diabete tipo 1.



Talita Eredia
Saúde - 11/2012

27 de nov. de 2011

Brasil é país do Bric que menos protege florestas


Débora Spitzcovsky - Planeta Sustentável - 23/11/2011

O estudo Um Resumo do Status das Florestas em Países Selecionados, divulgado nesta terça-feira, 23/11, pelo Imazon - Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia e pela Proforest apontou que, quando o assunto é o combate ao desmatamento e a recuperação de áreas florestais degradadas, o Brasil está atrás da China, Rússia e Índia.

De acordo com o relatório, nosso país segue uma tendência de aumento na devastação das matas e nos últimos 60 anos reduziu sua cobertura florestal de 76% para 56%, enquanto as outras três nações do Bric já superaram a fase de desmatar em nome do crescimento econômico e, agora, apresentam números de reflorestamento.

Na Rússia, a cobertura florestal aumentou cerca de 15% nas últimas seis décadas e o mesmo aconteceu na China e na Índia, que tiveram, respectivamente, crescimento de 10% para 22% e 22% para 23% na cobertura de matas.

Segundo o estudo, as principais diferenças entre o Brasil e os outros três países do Bric é a falta de incentivos do governo para a recuperação ambiental e a ausência de novas leis ambientais, mais modernas, que protejam as matas e incentivem o reflorestamento.

O relatório Um Resumo do Status das Florestas em Países Selecionados - que ainda analisou a situação das florestas em outros sete países, como EUA e Alemanha - está disponível, gratuitamente, em português.

21 de out. de 2011

Produção de lixo cresce seis vezes mais do que população

Divulgado pela Abrelpe, o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, referente a 2010, apontou que a produção de lixo no país cresceu seis vezes mais do que a população. E mais: a quantidade de resíduos com destinação inadequada aumentou quase dois milhões de toneladas, em relação a 2009



Produzido anualmente pela Abrelpe - Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil referente ao ano de 2010 não trouxe boas notícias aos brasileiros: o estudo mostrou que, no ano em que foi criada a PNRS - Política Nacional de Resíduos Sólidos, a produção e destinação final do lixo brasileiro sofreu retrocessos.

Segundo a pesquisa, o volume de RSU - Resíduos Sólidos Urbanos gerado em 2010 pela população é 6,8% superior ao registrado pelo Panorama em 2009. Foram quase 61 milhões de toneladas de lixo produzidos nos últimos doze meses e o aumento populacional no país não é desculpa para esse crescimento: o estudo mostrou que a geração de resíduos aumentou seis vezes mais do que a população em 2010, o que significa que, no último ano, cada brasileiro produziu, sozinho, uma média de 378 kg de lixo.

E as más notícias não param por aí: o Panorama concluiu, ainda, que a quantidade de RSU com destinação inadequada aumentou quase dois milhões de toneladas, com relação a 2009: foram 23 milhões de toneladas encaminhadas a lixões e aterros controlados - que, por não possuírem mecanismos adequados de disposição e armazenamento do lixo, contaminam o solo e a água - contra 21,7 milhões, em 2009.

A região que apresenta o pior índice de destinação inadequada é a centro-oeste, que encaminha mais de 71% do lixo que produz para lixões e aterros controlados. Em seguida aparece:
- Nordeste, com 66%;
- Norte, com 65%;
- Sul, com 30,3% e
- Sudeste, com 28%3, onde situa-se o Estado com menor percentual de destinação incorreta de lixo: São Paulo, que é, ainda, o que mais produz RSU no Brasil: são mais de 55 mil toneladas por dia. O Rio de Janeiro, que ocupa a segunda posição do ranking, produz cerca de 20 mil toneladas diárias de lixo.

NEM TUDO ESTÁ PERDIDO Apesar das más notícias, o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil de 2010 também registrou alguns resultados positivos:
- o volume de lixo coletado pelos serviços públicos de limpeza do país cresceu 7,7%, com relação a 2009, e
- a quantidade de iniciativas de coleta seletiva também aumentou.

Atualmente, 57,6% dos municípios brasileiros possuem projetos de coleta seletiva, embora os percentuais regionais ainda sejam bastante desiguais: cerca de 80% das cidades do Sudeste possuem tais iniciativas, contra menos de 30%, no centro-oeste.

A íntegra do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil de 2010 já está disponível para download no site da Abrelpe.



Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 27/04/2011

26 de set. de 2011

Ar do Rio de Janeiro é mais poluído que o de São Paulo, segundo OMS



Estudo da Organização Mundial de Saúde avaliou a poluição do ar de mais de mil cidades em 91 países



IG São Paulo
Um relatório sobre qualidade do ar divulgado nesta segunda-feira (26) pela Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que a poluição atmosférica em grandes cidades está chegando a níveis tão altos que pode prejudicar seriamente a saúde de seus moradores. A avaliação inclui dados de 1100 cidades em 91 países, incluindo capitais. 

A cidade do Rio de Janeiro está em 144º lugar entre as mais poluídas, com uma taxa média anual de 64 microgramas de poluição por metro cúbico de ar, três vezes acima dos níveis recomendados pela organização e superando cidades como Tijuana, no México, Bangkok, na Tailândia e Beirute, no Líbano.
Outras cidades brasileiras no ranking são Cubatão, com 48 microgramas, Campinas, com 39, e finalmente a capital do estado São Paulo, com 38 microgramas de poluição por metro cúbico de ar, que ocupa o 268º lugar entre as mais poluídas. 
Apesar da média de poluição do ar da capital paulista estar na mesma faixa de outras capitais como Buenos Aires e Paris, ainda é o dobro do máximo recomendado pela OMS, que é de 20 microgramas por metro cúbico de ar. Entre as cidades brasileiras presentes no relatório, apenas Belo Horizonte e a região do Pontal do Paranapanema tinham poluição atmosférica abaixo da taxa dos 20 microgramas por metro cúbico.
A OMS estudou a presença de micropartículas de poluição chamadas PM10, que têm diâmetro de 10 micrômetros ou menos. Esse tipo de partícula pode penetrar nos órgãos do corpo e entrar na corrente sanguínea, causando doenças cardíacas, câncer de pulmão, asma e infecções respiratórias. De acordo com a instituição, 1,34 milhão de mortes foram causadas pela poluição atmosférica em 2008, e mais de um milhão delas poderiam ter sido evitadas, caso os países seguissem suas diretrizes.

18 de set. de 2011

Desmatamento no Cerrado cai 16%


Na Semana Nacional do Cerrado, MMA revela que a taxa anual de desmatamento do bioma caiu 16% e, ainda, promete implantar na região o mesmo sistema de monitoramento aplicado na Amazônia, para aumentar a proteção do bioma, que já perdeu cerca de metade de sua cobertura original



   Renato Araujo/ABr

O MMA – Ministério do Meio Ambiente divulgou nesta terça-feira, 13/09, em comemoração a Semana Nacional do Cerrado, dados que revelam que a taxa de desmatamento no bioma diminuiu 16% entre junho de 2009 e julho de 2010. 

Segundo informações divulgadas pelo governo, com base em estudos do Ibama, a perda de vegetação nativa por desmatamento no Cerrado foi de 6,2 mil km² em 2009-2010, contra 7,4 mil km² em 2008-2009. Se comparado aos índices de 2002 – quando o acompanhamento da região começou a ser feito, por meio de imagens de satélite –, a queda do desmatamento foi ainda maior: cerca de 40%. 

Apesar da boa notícia, o Cerrado continua sendo um dos biomas mais ameaçados do país e, atualmente, possui apenas metade de sua cobertura original. Para aumentar a proteção na região, a ministra Izabella Teixeira aproveitou a ocasião para anunciar a implantação de sistemas de monitoramento mais avançados no bioma, nos moldes dos usados pelo Inpe – Instituto de Pesquisas Espaciais na Amazônia. 

A medida ajudará a obter dados mais detalhados a respeito do desmatamento no Cerrado e, ainda, identificar com maior precisão os motivos da prática ilegal no bioma – como atividades agropecuárias, produção de carvão e crescimento urbano desordenado. 

MARANHÃO EM FOCO Ainda segundo a ministra, as medidas de fiscalização contra o desmatamento ilegal no Cerrado serão concentradas no Maranhão. Isso porque sete dos 20 municípios campeões de desmatamento no bioma, entre 2009 e 2010, estão localizados no Estado, que perdeu mais de mil km² de vegetação nativa por causa da prática ilegal. 

Juntamente com o Piauí, que apareceu em segundo lugar no ranking dos Estados que mais desmataram o Cerrado no último ano, o Maranhão perdeu o equivalente a 25 mil campos de futebol em vegetação nativa. 











Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável


13 de mar. de 2011

Tremor e tsunami no Japão matam mais de 300; centenas estão sumidos

Forte abalo de magnitude 8,9 atingiu a costa próximo à ilha de Honshu.
Houve destruição no litoral da principal ilha do país, e há quase mil feridos.



Do G1, com agências internacionais



O forte terremoto de magnitude 8,9 que atingiu nesta sexta-feira (11) a costa nordeste do Japão, segundo o Serviço Geológico dos EUA (USGS), gerando um tsunami (onda gigante com potencial destrutivo) de até dez metros de altura que varreu a costa do país, deixou mais de 300 mortos e quase 600 desaparecidos, além de ter destruído regiões inteiras.
O tremor foi o 7º pior na história, segundo a agência americana, e também o pior já registrado no Japão.
A Polícia Nacional informou que 178 pessoas morreram, 584 estão desaparecidas e ao menos 947 estão feridas. A polícia da província de Miyagi disse que outros 300 corpos de vítimas do tsunami foram encontrados na região costeira da cidade de Sendai. As autoridades acreditam que são corpos de residentes que morreram afogados pela onda de dez metros de altura que atingiu o litoral.

A agência Kyodo e outros veículos estimaram que o número de mortos pode passar de mil. A maioria deles teria morrido afogada.

O abalo provocou um tsunami que alcançou áreas da cidade japonesa de Sendai, na ilha de Honshu, a principal do arquipélago japonês.

Carros, barcos foram arrastados, casas e outras infraestruturas foram destruídas, e as imagens da destruição, feitas de helicópteros, são impressionantes.
Um vídeo da TV local mostrou a onda gigante arrastando carros em sua chegada à costa.
Em muitos lugares, o mar ultrapassou os diques de proteção e avançou vários quilômetros por terra, recordando cenas do tsunami que ocorreu no Oceano Índico, em 2004.
Alerta no Pacífico
O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico, agência americana,
emitiu um alerta para vários países na costa do Pacífico, avisando da possibilidade da chegada de ondas de até dez metros, mas até agora não houve relato de destruição fora do Japão.
A Casa Branca avaliou que os EUA, principalmente o estado do Havaí, escaparam do pior, mas moradores foram retirados da costa da Califórnia.


Entenda o terremoto no Japão (Foto: Arte/G1)


Ainda não havia informações sobre vítimas brasileiras, segundo o Itamaraty.
Moram na região próxima ao epicentro pelo menos 17 mil brasileiros, segundo a embaixada, que colocou à disposição telefones para informações.
O tremor teve epicentro no Oceano Pacífico a 130 km da península de Ojika, no Japão, a uma profundidade de 24 km, considerada pequena para terremotos.
Ele ocorreu às 14h46 (hora local, 2h46 de Brasília) e foi seguido por mais de 100 fortes tremores de magnitude superior a 5, segundo o USGS, alguns deles percebidos pelos moradores. O governo japonês emitiu um alerta sobre o risco de fortes réplicas.
O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, qualificou como "grandes" os danos causados pelo abalo. Kan pediu "calma" à população. Ele estava no Parlamento na hora do tremor.
Cerca de 4,4 milhões de imóveis ficaram sem energia no norte do Japão, segundo a imprensa, e foram registrados incêndios em pelo menos 80 lugares, segundo a agência Kyodo.

O terremoto sacudiu com força os edifícios de Tóquio. Alarmes foram disparados nos prédios, houve correria, e as linhas telefônicas ficaram bloqueadas.

As autoridades japonesas pediram aos moradores da capital que ficassem no centro da cidade e que não tentem chegar a suas casas se vivem nos arredores. O transporte coletivo entrou em colapso na capital.
A parede de água entrou quilômetros adentro pela costa da ilha de Honshu, arrastando casas e transformando os portos em cenários de desoladora devastação.
Nas áreas rurais próximas, a onda varreu as frágeis casas de madeira como se fossem de papel, e em questão de minutos devorou centenas de hectares de plantações.

Em Fukushima, um dique rompeu, e a água invadiu o continente, destruindo pelo menos 1.800 casas.
Em Aomori, no extremo norte da ilha, pelo menos cinco embarcações grandes, algumas emborcadas de cabeça para baixo, foram levadas pelas águas.
Algumas foram paradas por árvores, outras, por conjuntos de lojas ou barreiras marítimas.
Em Ibaraki, era possível ver do alto grandes casas flutuando pela enchente, cercadas por dezenas de carros.
Um navio com 100 pessoas a bordo foi virado pelo tsunami na costa, segundo a agência Kyodo.
As autoridades japonesas disseram que um trem de passageiros desapareceu depois da passagem do tsunami, informou também a Kyodo.
O trem da East Japan Railway Co. se encontrava perto da estação de Nobiru, no percurso que liga Sendai a Ishinomaki, quando ocorreu o violento terremoto.
Um segundo trem teria desaparecido, anunciou a agência de notícias Jiji, sem precisar se se trataria de uma composição de passageiros ou de carga.
Chile
Em 27 de fevereiro do ano passado, um
tremor de magnitude 8,8 atingiu o Chile e deixou mais de 800 mortos. O terremoto no Chile, considerado então o quinto maior da história, ocorreu durante a madrugada e também causou tsunamis. O epicentro foi a 35 km de profundidade.

22 de fev. de 2011

Terremoto na Nova Zelândia deixa 75 mortos e 300 desaparecidos

Segundo prefeito de cidade atingida por tremor de 6,3 graus, ainda não se sabe o número de pessoas presas nos escombros



 
 
 
O número de mortos no terremoto da Nova Zelândia subiu de 65 para 75 nesta quarta-feira (hora local), informou o primeiro-ministro John Key citando dados da polícia.

Segundo o prefeito de Christchurch, Bob Parker, 300 foram registrados como desaparecidas, afirmando, porém, que o número de pessoas presas nos destroços ainda não é conhecido. Previamente, autoridades disseram acreditar que mais de 100 moradores estivessem presos entre os escombros, além de um grupo de estudantes japoneses que fazia visita ao local.
Um terremoto de magnitude 6,3 atingiu local perto da cidade no horário do almoço nesta terça-feira, causando o colapso de prédios e fazendo com que escombros caíssem sobre carros e pedestres. Diante da catástrofe, o primeiro-ministro decretou o estado de emergência.

Segundo Parker, "55 corpos foram identificados no necrotério, e há outros 20 mortos cuja identidade ainda não foi definida".

As equipes de resgate procuram por sobreviventes entre os destroços de prédios destruídos e conseguiram retirar 15 sobreviventes dos escombros de um edifício de seis andares.
"É uma cena de destruição total", afirmou o primeiro-ministro. "Podemos estar testemunhando o dia mais negro da história da Nova Zelândia."
O vice-primeiro ministro Bill English disse que não serão poupados esforços para encontrar sobreviventes. "O governo está disposto a colocar tudo o que têm nos trabalhos de resgate", afirmou.
A Catedral de Christchurch, construção de pedra que é um dos símbolos da cidade, foi parcialmente destruída, com parte de sua torre desabada sobre a praça em frente. Muitas calçadas e ruas da cidade estão destruídas e milhares de moradores foram vistos chorando e tentando ajudar os feridos, já que os serviços médicos estão sobrecarregados.

Muitos relatam assustados o momento do terremoto: "Foi horrível", contou o morador Nathanael Boehm, que estava em uma estação de trem. "As pessoas foram cobertas por destroços, por toneladas de concreto." Outra moradora, Ann Voss, chegou a telefonar para os filhos para se despedir. "Minha filha chorava e eu também, porque realmente achei que fosse morrer", contou ela à emissora TV3. "Queria dizer que a amava."

O terremoto foi registrado às 12h51 no horário local (20h51 de segunda-feira em Brasília) e teve seu epicentro a dez quilômetros a sudeste da cidade e a apenas cinco quilômetros de profundidade. O tremor foi seguido de outros dois de menor intensidade: um de 5,5 e outro de 4,2 graus.
Os danos provocados pelo terremoto são muito piores do que aqueles causados por um tremor de magnitude 7,1 registrado em setembro. O último terremoto com mortes no país havia sido em 1968, quando outro tremor de magnitude 7,1 deixou três mortos na costa oeste.
A Nova Zelândia está ao sul do chamado Círculo de Fogo do Pacífico, acima de uma área da crosta terrestre na qual a placa tectônica do Pacífico se encontra com a placa indo-australiana. O país registra cerca de 14 mil tremores ao ano, dos quais somente cerca de 20 em média com magnitude superior a 5.



*Com AP, AFP e BBC







7 de fev. de 2011

Vulcão na Rússia entra em erupção; assista

Kizimen expele cinzas e vapor a quatro quilômetros de altitude; aviões foram orientados a desviar rota por risco para turbinas



O vulcão Kizimen, na Rússia, entrou em erupção nesta segunda-feira. Ele fica na Península de Kamchatka, no extremo leste do país, e voltou a ficar ativo em 2009, depois de permanecer adormecido desde 1929.
O Kizimen despertou há dois anos, depois de décadas dormente. Agora, o vulcão expele cinzas e vapor d'água a quatro quilômetros de altitude. Aeronaves que passam pela região foram orientadas a desviar a rota. As finas partículas de cinza vulcânica são consideradas um perigo para turbinas de aviões. O Kizimer fica dentro da área conhecida como anel de fogo do Pacífico. Essa é uma das regiões que registram o maior número de erupções no planeta.




Fonte:BBC Brasil

20 de jan. de 2011

Terremoto de 5,3 graus atinge leste da Turquia sem causar vítimas

Um terremoto de 5,3 graus na escala Richter atingiu na manhã de quarta-feira (19) a província oriental turca de Ardahan, sem registrar vítimas, de acordo com as primeiras informações.

A imprensa turca informou que o epicentro do terremoto ocorreu na fronteira com a Geórgia e que o tremor foi sentido em várias províncias próximas.
Apesar de não ter registrado vítimas até o momento, muitos moradores abandonaram suas casas e se negam a retornar por medo de outro tremor.
Em março de 2010, um terremoto de 6 graus na escala Richter causou a morte de 51 pessoas na região de Elazig, onde o fenômeno provocou a destruição de diversas casas.
O leste da Anatólia registra cerca de 2 mil terremotos ao ano. O pior sismo registrado no país ocorreu em 1939, quando 33 mil pessoas morreram na província oriental de Erzincan devido a um tremor de 7,9 graus na escala Richter.







Fonte: G1



18 de jan. de 2011

Cães são resgatados em Teresópolis



 
 
 
Em Teresópolis, solidariedade para salvar a vida de centenas de cães abandonados, por causa da tragédia.
Um galpão improvisado serve de abrigo e os voluntários buscam interessados em adotar os animais.



Fonte:IG

15 de jan. de 2011

Com mais chuvas, Nova Friburgo continua caótica; mortos passam de 580

Uma chuva torrencial de cerca de uma hora caiu neste sábado sobre Nova Friburgo, região serrana fluminense, causando ainda mais transtornos no centro da cidade, uma das mais afetadas pelos recentes deslizamentos.


Cidade estava tensa em meio a temores de novos deslizamentos


A saída da cidade também permanecia caótica, mesmo após a chuva dar uma trégua.
A rodovia RJ 116, que sai de Nova Friburgo rumo a Cachoeiras de Macacu e ao Rio de Janeiro, ficou temporariamente interrompida – a Defesa Civil local não esclareceu se por queda de barreiras ou se por inundações. Por volta das 15h30, o trânsito na rodovia voltou a se mover, ainda que bem lentamente.
Na avenida Comandante Bittencourt, uma das principais do centro friburguense, um verdadeiro rio de lama tomou conta de uma das pistas, impedindo o trânsito da maior parte dos veículos.
A poucos metros dali, na praça Presidente Getúlio Vargas, um volume de cerca de 60 cm de água musturada à lama tomou conta da rua.
Para escapar da inundação, vários motoristas subiram com seus carros nos canteiros e jardins da praça – inclusive veículos da polícia civil.
Havia temores de que transbordasse o rio que cruza a via. O trânsito estava paralisado na cidade e na sua principal saída.
A continuidade das chuvas aumentou a tensão entre os friburguenses, que temiam novos deslizamentos e enxurradas. Além disso, o município está sem luz, e autoridades fizeram um apelo por doações de velas.



Mortos

O número de mortos nos deslizamentos da serra fluminense continuava a subir neste sábado.
Segundo dados da Defesa Civil estadual divulgados pela Agência Brasil pouco depois das 14h, mais de 580 pessoas morreram na tragédia.
A maioria das vítimas é de Nova Friburgo: 264 mortos. Em Teresópolis, são 253 mortos, além de 47 em Petrópolis e 18 em Sumiouro.
A cidade de São José do Vale do Rio Preto não consta do balanço da Defesa Civil fluminense, mas há relato de que as cheias tenham provocado ao menos quatro mortes ali.
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, decretou luto oficial de sete dias por conta da tragédia.




Fonte:BBC Brasil

14 de jan. de 2011

Casa desaba em Carapicuíba (SP)



Imagens aéreas mostram cenas impressionantes do desabamento de uma casa no município de Carapicuíba (SP).

A força da enchente, provocada pelas chuvas que desabaram sobre a capital paulista em 14/01, derrubou a casa que desapareceu sob as águas.
Por sorte não havia ninguém no momento do acidente.


Fonte:IG

Rio já tem mais mortes por chuva do que todo o Brasil em 2010

Cidades serranas fluminense superaram o números de todo o País no ano passado, quando também foram registradas tragédias


O número de mortes na região serrana do Rio de Janeiro já é maior do que a soma de todas as mortes provocadas pelas chuvas que atingiram o Brasil em 2010, ano em que Rio de Janeiro, São Paulo e Estados do Nordeste já haviam sofrido com as enchentes. Em todo o ano passado, o País registrou 473 mortes em 11 Estados das regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste.

O número de vítimas abrange as mortes ocorridas em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Acre, Alagoas, Pernambuco e Bahia.


Em 2010, o Rio também foi o Estado que registrou mais óbitos decorrentes dos temporais, com 316 mortes. Somente em Niterói, o município mais atingido, foram pelo menos 168 vítimas, grande parte em consequência dos desabamentos e deslizamentos de terra no Morro do Bumba, no início de abril.
São Paulo registrou 46 óbitos e Alagoas contabilizou 35 mortos. Ainda segundo a Defesa Civil, apesar de não confirmarem nenhuma morte, outros sete Estados também registraram prejuízos causados pelas chuvas: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Amazonas, Rondônia e Sergipe.

A tragédia da região serrana é a maior tragédia natural da história brasileira. E o Rio de Janeiro é um Estado onde tragédias se repetem. Só o ano de 2010 foi marcado por duas grandes tragédias provocadas pelas chuvas.

Na madrugada do dia 1º de janeiro, logo após as festas de réveillon, parte da pousada Sankay, na Praia do Bananal, além de sete casas vizinhas foram soterradas em Angra doe Reis. No Morro da Carioca, pelo menos 20 casas foram atingidas, totalizando 53 mortos na cidade do sul fluminense.

No dia 7 de abril o acúmulo de água provocou um grande deslizamento de terra no Morro do Bumba, em Niterói e em toda a região metropolitana da capital. Dezenas de casas construídas em cima de um antigo lixão, no Morro do Bumba, foram soterradas em uma tragédia anunciada. As 47 vítimas, além de centenas de desabrigados pagaram um preço alto pelas construções feitas em áreas de risco. No total, mais de 250 mortos foram contabilizados no Rio e em municípios vizinhos. Niterói é uma cidade marcada por tragédia.

Durante a tragéria do Morro do Bumba, moradores ainda recordam e evocam a tragédia de 17 de dezembro de 1961, quando um incêndio causou a morte de cerca de 500 pessoas (70% delas crianças) na cidade.

Em 2008, a alvo da força das águas foi Santa Catarina. A tragédia começou no dia 22 de novembro e deixou 137 mortes em mais de 60 cidades afetatadas. Mais de 1,5 milhão foram afetadas e pelo menos 25 comunidades sumiram do mapa.
Conhecida como uma das maiores tragédias naturais da história do Brasil, as fortes chuvas que resultaram em grandes deslizamentos de terra na serra de Caraguatatuba, no litoral norte paulista, mataram mais de 400 pessoas e soterradas centenas de casas. Cerca de 30% da população ficou desabrigada e diversos desaparecidos nunca foram encontrados.








Fonte:IG

Boato de saques faz moradores voltarem para casas destruídas

Com medo de perder o pouco que restou após a devastação de seus imóveis, moradores de Teresópolis põem a vida em risco


O artesão Luciano Figueiredo não quer deixar a residência com medo de saques; o primeiro andar da casa está soterrado, observe detalhe da janela à esquerda
Foto:Hélio Motta


O artesão Luciano Figueiredo, de 53 anos, sabe que neste momento sua casa, no bairro Cascata do Imbuí, é um dos lugares mais inseguros de Teresópolis. O imóvel de dois andares está praticamente submerso em lama. Restou apenas na parte de cima pouquíssimos espaços em que se consegue entrar. Troncos de árvores invadiram o local e o lixo se acumula. Mesmo assim, ele não quer deixar o imóvel. “Tenho medo de saques. Estão levando tudo por aqui”.

Junto com a mulher e a filha adolescente, Luciano tentava desobstruir as áreas em que acredita ser possível entrar no imóvel. Perguntado se não estava com medo de permanecer no lugar, por onde a água ainda passa em nível muito alto e em ritmo constante, responde: “Eu não tenho mais idade para ganhar dinheiro na vida. O jeito é tentar preservar o pouco que me restou. Se roubarem tudo, não terei como sobreviver”, ele diz.

Assim como Luciano, dezenas de moradores tentam voltar para casa, apesar da presença constante da Defesa Civil, que ainda tenta resgatar corpos na localidade. Somente nesta quinta-feira foram 16 encontrados entre os terrenos das casas e no meio do mato.



Há muitos imóveis de luxo na região



Quem percorre a Estrada José Gomes da Costa Junior, que corta os bairros da Cascata do Imbuí, da Posse e de Campo Grande, observa pelo caminho centenas de casas e condomínios de luxo. Por conta da tragédia na cidade, os imóveis estão vazios. Na região está localizado o Golf Club de Teresópolis.
Em consequência do alto padrão dos moradores (muitas casas são de veranistas), há inúmeros imóveis mais humildes no entorno da área. São de caseiros, pedreiros e domésticas, que trabalham para as famílias que moram nas grandes residências. Na parte mais alta da local fica o bairro de Campo Grande. Segundo moradores, a localidade mais atingida foi uma favela erguida na parte mais extrema do bairro.
Na noite desta quinta-feira (13), a PM montou uma base na entrada de Campo Grande. Quatro policiais, armados de fuzis, faziam a escolta bem em frente a um supermercado da Rede Economia que ficou totalmente destruído pelas chuvas, mas que ainda abrigada uma série de mantimentos. “Agora à noite decidimos barrar a entrada de pessoas, para evitar os saques. Não resolve, porque a mata aqui é muito grande. Mas ajuda”, falou um dos policiais de plantão.



Carregamentos de risco



Ao longo do dia, dezenas de pessoas se arriscavam entre o rio e a lama que tomaram conta do lugar em busca de objetos de valor dentro do que sobrou de seus imóveis. “Sei que é perigoso, mas é tudo o que temos. E não podemos deixar para os ladrões”, disse um morador que passava apressado com um pedaço de bambu no ombro carregado de objetos pessoais.
Tanto na Cascata do Imbuí quanto nos bairros localizados logo acima, Posse e Campo Grande, não há energia elétrica, telefone ou qualquer outro meio de comunicação. Moradores recorrem a velas para enfrentar a escuridão da noite no meio da mata e cozinham em fogões à lenha, improvisados com os pedaços de madeira que, assim como enormes pedaços de pedra, tomaram a região.



Fonte:IG


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Depois que alguém morre,as pessoas colocam a culpa no governo.Mas já está avisado que lá,é área de risco.
Será que eles preferem objetos,do que a própria vida?
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Chuvas causam maior tragédia natural do País em número de mortos

Segundo meteorologista do Inpe, maior ocupação piora as tragédias causadas pela chuva



Com mais de 500 vítimas fatais, a chuva que atinge na serra fluminense é a a maior tragédia ambiental do Pais em número de mortes. A tragédia passa os temporais que atingiram Caraguatatuba, em 1967, quando foram registradas 436 mortes.


Segundo o meteorologista do Inpe Giovanni Dolif, a estação meteorológica do centro de Teresópolis registrou 124,6 mm em 12 de janeiro, quase metade da média histórica, medida desde 1913, de 290,4 mm para o mês, na região. Até ontem, foram 250,2 mm de chuva, o que também faz quase metade do janeiro mais chuvoso que as cidades serranas do Rio já viveram, em 2007, quando choveu 517,8 mm. O mês mais chuvoso da região foi dezembro de 1937: 558 milímetros.


Em conversa com o iG, o meteorologista lembrou de alguns tragédias causadas por chuva recentes na história do país, como o Morro do Bumba, em abril de 2010, Angra dos Reis, no início do ano passado, Vale do Itajaí, em 2008, entre outros, mas alertou que a soma do número de mortos ainda não chegava ao já registrado na região serrana.

Dolif lembrou que em Caraguatatuba, em 1968, chegou a chover cerca de 500 milímetros de uma só vez, mas que o número de mortos foi menor. “O estrago material, com queda de barreiras e deslizamentos, deve ter sido maior. Mas o número de mortos foi menor, afinal, a cidade tinha uma população menor naquela época,” diz. “A tendência desses desastres naturais é sempre piorar, por causa da maior ocupação, mais construções, etc.”



Outros desastres



O Rio de Janeiro é um Estado onde as tragédias naturais se repetem. Só o ano de 2010 foi marcado por duas grandes tragédias provocadas pelas chuvas. Na madrugada do dia 1º de janeiro, logo após as festas de réveillon, parte da pousada Sankay, na Praia do Bananal, além de sete casas vizinhas foram soterradas em Angra doe Reis. No Morro da Carioca, pelo menos 20 casas foram atingidas, totalizando 53 mortos na cidade do sul fluminense.
No dia 7 de abril o acúmulo de água provocou um grande deslizamento de terra no Morro do Bumba, em Niterói e em toda a região metropolitana da capital. Dezenas de casas construídas em cima de um antigo lixão, no Morro do Bumba, foram soterradas em uma tragédia anunciada. As 47 vítimas, além de centenas de desabrigados pagaram um preço alto pelas construções feitas em áreas de risco. No total, mais de 250 mortos foram contabilizados no Rio e em municípios vizinhos. Niterói é uma cidade marcada por tragédia. Durante a tragéria do Morro do Bumba, moradores ainda recordam e evocam a tragédia de 17 de dezembro de 1961, quando um incêndio causou a morte de cerca de 500 pessoas (70% delas crianças) na cidade.
Em 2008, a alvo da força das águas foi Santa Catarina. A tragédia começou no dia 22 de novembro e deixou 137 mortes em mais de 60 cidades afetatadas. Mais de 1,5 milhão de pessoas foram afetadas e pelo menos 25 comunidades sumiram do mapa.
Conhecida como uma das maiores tragédias naturais da história do Brasil, as fortes chuvas que resultaram em grandes deslizamentos de terra na serra de Caraguatatuba, no litoral norte paulista, mataram 436 pessoas e soterraram centenas de casas. Cerca de 30% da população ficou desabrigada e diversos desaparecidos nunca foram encontrados.







Fonte:IG

13 de jan. de 2011

Terremoto de magnitude 7,3 atinge ilhas no Pacífico Sul

O serviço de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) informou que um terremoto de magnitude 7,3 ocorreu hoje, às 3h16 (14h16 em Brasília), na região das ilhas Lealdade, pertencentes à Nova Caledônia, colônia francesa no Pacífico Sul. Não foi emitido nenhum alerta de tsunami.

De acordo com o USGS, o tremor ocorreu a uma profundidade de 7,2 quilômetros, com epicentro 124 quilômetros a nordeste de Tadine, nas ilhas Lealdade, 139 quilômetros a sul-sudoeste de Isangel, em Vanuatu, 286 quilômetros a nordeste de Noumea (Nova Caledônia) e 1.754 quilômetros a leste-nordeste de Brisbane (Austrália).



Fonte:Estadão  (13/01/11)

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Antes desse,houve outro terremoto no Pacífico Sul,esse aconteceu no dia 28/12/10.
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Terremoto de 6,3 graus atinge as ilhas Fiji, no Pacífico Sul


Um terremoto de 6,3 graus na escala Richter atingiu nesta terça-feira as ilhas Fiji, no Pacífico Sul, sem a emissão inicialmente de alerta de risco de tsunami.


O Instituto Geológico dos Estados Unidos, que vigia a atividade sísmica mundial, indicou que o epicentro foi localizado a 551 km de profundidade, e a 610 km ao sul de Suva, a capital do arquipélago.

As autoridades locais não informaram de vítimas ou danos materiais por causa do terremoto que ocorreu às 6h34 (horário de Brasília). No sábado, outro terremoto de 7,6 graus sacudiu as ilhas vizinhas de Vanuatu obrigando a emitir alerta por tsunami, cancelado posteriormente.

Esta região sofre habitualmente com terremotos de magnitude superior a cinco graus. Fuji fica em uma região com dezenas de vulcões submarinos ativos localizados entre mil e 1,5 mil metros de profundidade.


Fonte:Terra

Vulcão Etna entra em erupção no sul da Itália

Apesar de atividade vulcânica ter diminuído hoje, não se descarta que a lava volte a correr pela encosta nas próximas horas


O vulcão Etna entrou em erupção na ilha italiana da Sicília na noite de quarta-feira, formando um rio de lava por uma de suas encostas, onde autoridades locais anunciaram estado de alerta.

Segundo informou o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia da Itália (INGV), a atividade do vulcão se intensificou na noite de quarta-feira pouco depois das 22h48 locais (19h48 horário de Brasília).
O jornal "Corriere della Sera" informou que o espetáculo de lava foi visível nas cidades de Catânia e Taormina e anunciou que a atividade do vulcão perdeu intensidade no começo da manhã desta quinta-feira. Segundo o diário, por enquanto cessaram as explosões de lava.



Monte Etna expele lava na Sicília, ilha no sul da Itália

 
A diminuição da atividade vulcânica permitiu a reabertura nesta manhã do aeroporto de Catânia, a segunda cidade mais importante da Sicília, que foi fechado por precaução na tarde de quarta-feira pela possibilidade de que o Etna lançasse cinzas.


Segundo os cientistas do INGV, os sinais registrados nos últimos dias lembram as fases preliminares das violentas eruções de 2006 e 2007 e não se descarta que a lava volte a correr pela encosta nas próximas horas.

A última grande erupção do vulcão de 45 quilômetros de diâmetro localizado no leste da Sicília, que esteve acompanhada de mais de 200 pequenos terremotos, foi em maio de 2008. O Etna tem 3.322 metros de altura e é a montanha mais alta da Itália ao sul da cordilheira dos Alpes.



Fonte:IG
 
 
 
 



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Essa história de 2012 está começando a me assustar e convencer... 
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